Pedro Henrique Bagattini

Quem é Pedro do Avesso?

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Publicitário de formação, acredito que a educação seja muito mais ampla do que se limitar a formações acadêmicas! Sempre fui muito curioso e com uma vontade enorme de fazer a diferença (mesmo muitas vezes sendo pequenas), através das ferramentas e dons que me foram dados!

Eu acredito nas pessoas, acredito que podemos e seremos seres humanos cada vez melhores.

Encontrei no poema uma forma de me “virar do avesso”, juntando palavras pra expressar sentimentos, pensamentos sobre o mundo e principalmente: sobre o amor.

A nossa existência é baseada no amor, não iriamos pra escola se não houvesse amor e tão pouco faríamos parte de uma família.

Em meio a conversas e incentivos de amigos (e até desconhecidos), eu decidi fazer um blog, onde irei expressar meu amor pelo mundo, pelas pessoas e pela natureza!

Talvez eu ainda não te conheça, mas se você sair de lá inspirado a mudar um pensamento que seja, pra mim, tudo ja valeu a pena!

Pedro H. Bagattini

Poderia escrever centenas de páginas descritivas sobre mim e, mesmo assim, não seria 100% de mim. 

Se você quiser me conhecer mesmo assim, escrevi com algumas letras em uma carta, um pedacinho do meu mundão.

Boa leitura!

Se você está começando a ler este texto, provavelmente queira conhecer um pouco mais do Guilherme, digo, Pedro ~Henrique Bagattini~, mas quem na verdade é ele? ? Se descrever em apenas carácteres é um tanto quanto limitante, mas que tal começarmos pelos fatos? Eu nasci no dia 21 de novembro de 1996 às exatas 9h de uma quinta-feira de primavera com horas adiantadas (horário de verão), o que me faz um escorpiano com ascendência em capricórnio e que não entende nada de signos, mas já conheci duas pessoas que apenas olhando meu mapa astral me desvendaram de uma forma que só eu conhecia ?.

Nasci em Floripa, mas fui batizado em Farroupilha, o que me faz metade gaúcho (?!), e me orgulha, porque toda minha família é de Farroupilha, exceto minha mãe que é de Alegrete (?). Por falar em família, poderia ficar horas falando sobre o quão lindo fazer parte da minha, quando chego em casa encontro melhores amigos (e duas cachorrinhas), sim, amigos, que me escutam desde os assuntos mais sérios, aos  mais aleatórios como: “detalhes de como foi a saída com o crush”, e também, parceiros para tudo, principalmente no crescimento e na evolução como seres humanos! Além da condição de pais e irmã, eles me veem também como um amigo. Claro que como todo ser humano que convive com pessoas por um grande período de tempo, temos nossos desentendimentos, mas temos em mente que quando algum acontece, nos deixa ainda mais fortes como família. Dito isso, em abril/19, minha irmã casou e se mudou para Itapema e é incrível como isso fortaleceu nosso laço e mais incrível ainda é compartilhar de uma felicidade dela (que levou a uma partida) e o único choro derramado foi de alegria. Às vezes me pergunto: será que não é frieza demais não sentir tristeza e chorar pela ida dela? Mas logo visualizo o contexto e me auto respondo: quando há amor e é compartilhado a felicidade, o único sentimento que pode vir é alegria e as expectativas de um futuro e novo ciclo muito melhor!

Acredito que em nem toda família podemos encontrar um sentimento de “amigo de todas as horas” (no termo literal da palavra, porque não somos felicidade e festa 100% do tempo, também precisamos de amigos que estejam conosco nos momentos ruins, sermos aconselhados nos momentos em que estamos errando ou avisados quando estamos fazendo vexame com aquela roupa fora de moda), eu tenho o prazer de encontrar isso tanto na minha família, meus pais e minha irmã, quanto em uma amiga em especial, que está presente na minha vida desde 1998 (como assim Pedro, vocês são gêmeos? [quase]) que me surpreendeu, há alguns meses, oferencendo seu tempo pra passar as tardes com a minha mãe quando ela quebrou o braço. Mas espera aí… O que para o Pedro faz as amizades serem diferentes? São uma soma de fatores, mas em especial a reciprocidade, saber o momento que o outro precisa de você e dar seu máximo a ele e o contrário. O sentido dar e receber. (Claro que aturar os dramas diários é uma parte fundamental da amizade ?). Tudo isso sem medir esforços e necessariamente esperar algo em troca. Mas quando perceber que uma amizade só está te sugando e não te agregando nada a não ser convite pra fechar camarote em balada, corre que é cilada ou se você é esse tipo de pessoa ?!

Preciso falar de três pessoas que são muito especiais também e exemplificam o tipo de amigos que eu busco ter próximo a mim, uma delas é a minha irmã, nossa amizade e sintonia vai muito além do que qualquer outra amizade. Desde pequeno, em nossas brigas rotineiras (ela é 5 anos mais velha do que eu), sempre ouvíamos nossa mãe (em vez de apaziguar a briga) dizendo: “vocês têm que se amar”. Agora entendo o que ela queria dizer com isso, independente do rumo em que nossas vidas fossem, chegaria um momento em que poderíamos nos ver sozinhos no mundo. Fico feliz que não precisamos de nenhuma cena trágica para de fato “nos amarmos”. Simplesmente aconteceu, fomos crescendo, adquirindo maturidade, paciência e cada vez mais amor, passando por desafios e provas que apenas fortificavam esse laço. Temos incontáveis histórias, viagens, passeios, risos, choros. Em muitos momentos nossa convivência era: acordar cedo juntos, ir trabalhar juntos (literalmente juntos), almoçar juntos, ir treinar juntos, jantar juntos e em alguns momentos até ver um filmezinho antes de dormir. Me dá uma agonia de reler as palavras “juntos” e também uma felicidade em viver todos esses momentos – juntos! Aprendi MUITO com essa menina, crescemos MUITO. Dois opostos que aprenderam e aprendem a se equilibrar com os exemplos um do outro. Me espelho nessa menina, que tem um coração (mesmo que as vezes duro) repleto de amor! Tenho certeza que os ciclos que virão em nossas vidas serão melhores ainda do que já vivemos, te amo demais Nana! (Nana foi a primeira palavra que eu falei ?)

A segunda pessoa é uma segunda-irmã, só que de alma! Nossos caminhos se encontraram em 1998 e entre vindas e idas, no final, estamos cada vez mais fortes como amigos. Mas, não apenas como amigos, como seres humanos! Sabe aquela amizade que você conversa sobre energia do ambiente e das pessoas que estão em uma balada? Pois é, eu também não! Mas a Marcella é essa pessoa. Experienciamos momentos inesquecíveis, viagens, consolações de ilusões pós término de flert com o crush, às tensões pré entrega de trabalho. E uma coisa que não pode faltar (e tem faltado um pouco) é sinuca! Só consigo me lembrar de coisas maravilhosas quando penso nela e gratidão por ser essa pessoa em que posso compartilhar os assuntos mais bizarros e ser compreendido, até mesmo em momentos em que não to afim de sair! Adoro nossa sinceridade, nossa sinergia! Te amo!

E a terceira pessoa é um serzinho(ão) que eu conheci em um momento muito triste. Foi uma pessoa que eu recorri (que até hoje não sei qual foi a luz que me disse: vai e fala com ela! uma vez que eu era cliente dela), mas agradeço por ter tido essa atitude! Uma pessoa que além de amigos, intimamente a chamo de “segunda mãe” e ela me chama de “filho” (quando não está em crise de idade, ela se acha velha às vezes ?) e como toda família, sua irmã é minha tia, sua mãe é minha avó e assim vai. Coisas que não entendemos (fisicamente), mas sentimos! E que sentimento bom! Tenho a felicidade de trabalhar no mesmo prédio que ela e de dividir momentos INESQUECÍVEIS, como passeios, histórias, risos, alegrias, amor e muito conhecimento! Dos assuntos mais profissionais aos mais misteriosos, esses somos nós tomando nossa margarita! ? te amo!

Eu, particularmente, não tenho muita dificuldade em conversar com pessoas (exceto quando estou em um grupo onde não conheço ninguém e o grupo não se mostra muito amigável em puxar assunto, e aí também não faço muita questão), mas gosto de pessoas, de entender, escuta-las e da possibilidade de falar algo bom que vá alegra-las. Um dos rituais ao sair da empresa é desligar o carro na portaria e ficar conversando com a porteira, falamos de horóscopo (ela entende bastante), de séries (ela já assistiu todas possíveis e sempre me indica boas), sobre o filho dela, sobre o porque eu ou ela está pra baixo ou pra cima e assim vai. Isso alegra e relaxa meu dia que geralmente é agitado e alegra a noite silenciosa e calma dela. Alegrar o dia de alguém sem olhar a quem, sabe? Isso me faz muito feliz ?

Assim como a lavadora de roupas, nossas relações são feitas de ciclos, diferentemente das lavadoras, não sabemos exatamente quando é o seu fim. Por isso, prezo por aproveitar o máximo as relações que eu tenho, pois não sei quando irão acabar, e quando acabarem quero ter uma sensação de “aproveitei, curti, falei, abracei, beijei o quanto eu podia e queria”. Ficamos na esperança, mesmo que inconsciente, de que após um tempo afastados de alguém, essa relação volte a ser da maneira que era antes, mas felizmente pra alguns (infelizmente pra outros) o ser humano está em constante mudança (positivas e negativas) e esse novo ciclo da amizade nunca será igual ao anterior, porém, a vida nos surpreende, ela trás a possibilidade de este ciclo ser ainda melhor. E quando digo “relações” não falo apenas interpessoais, mas sim a vida como um todo. O meu trabalho, minha convivência em casa e meu grupo de amigos fazem parte de ciclos distintos, aquele jantar de toda sexta-feira com meus amigos, por exemplo, vamos supor que um vá morar em outra cidade, outro casou, outro começou a trabalhar a noite e eu, permaneço apenas com o vazio de estar sozinho na sexta-feira a noite? Ou com a certeza de que aproveitei esse ciclo ao máximo e de que novos ainda melhores estão por vir? Eu, Pedro, prefiro ficar com o segundo.

Antes de sair do tema: relações, preciso dizer que estou solteiro desde dezembro de 2016 (?). Na verdade nada de: ?! Como falei acima, ciclos que se encerram e se abrem. Esse em específico que estou vivendo está sendo uma experiência magnífica, pra mim sempre foi difícil pensar no “estar sozinho”, o que é isso de fato? Querer ir a determinados lugares e não ir por não ter ninguém pra ir junto? Mas parece um tanto quanto solitário ir sozinho, né?! Ainda mais se você pensar nas pessoas te julgando por ser o único sozinho em um restaurante romântico, por exemplo. No geral uma pessoa solitária é julgada no termo de solidão (pessoa com um sentimento de vazio, de estar só), mas, que tal esquecer isso e focar em todas as reflexões, sentimentos de pertencimento, de sentir-se inteiro e inspirações que vem junto desses momentos solitários e não de solidão? Há uns 5 anos comecei a experimentar de momentos solitários como: ficar na beira-mar com ninguém, a não ser: eu. Ir ao cinema, chorar e presenciar: eu mesmo. Aos poucos essas vontades foram aumentando (dica: para experiências reais, evite ao máximo ficar no celular conversando com outras pessoas ?), essas vontades te trazem restaurantes novos, bares novos, baladas, viagens e o mais importante disso tudo: sentir-se inteiro sem precisar da presença alheia (confesso que muitas vezes já convidei crush’s alheios só pra ir a determinado lugar que eu não iria sozinho), mas aos poucos você vai percebendo que mais vale estar só a estar acompanhado apenas para não estar só. Acho que foi uma virada de chave de: “estar à procura de alguém” – Para: quem realmente é o Pedro? O que ele realmente gosta?

Penso que tenho um mundo de coisas pra conhecer (inclusive o meu mundo, que é o mais profundo), sem dependência emocional, construindo, planejando minha vida profissional e se nesse período conhecer alguém que entenda essa minha busca e queira se juntar, será muito bem-vindo, seja hoje ou daqui 5.. 10 anos, quando iniciando um novo ciclo. Mas independente de qualquer coisa, uma eu tenho certeza: entorno dos 35 anos quero ter meu primeiro filho e até lá poder ser um pai independente financeiramente pra poder cuidar da minha família e ser um pai presente. ?

E o que o Pedro busca em um relacionamento afetivo? Hoje, busco um melhor amigo, para compartilhar de momentos, viagens e tudo que uma relação a dois pode proporcionar. O primeiro passo pra construir algo pra mim é a parceria, vamos sair? Vamos! Não importa o lugar e o horário e que também se tenha a sinceridade de dizer “não estou afim de ir lá hoje”. Não gosto de desculpinhas, comigo é tudo muito às claras!  Um relacionamento saudável pra mim é aquele onde ambos pensem em crescer e evoluir como seres humanos (no sentido de serem melhores para o mundo, não serem apenas mais um perante a multidão) e que esse crescimento aconteça junto, aprendendo com as falhas e acertos alheios, onde haja respeito pelas diferenças e compreensão nos momentos de individualidade. Sem ciúmes, acho super importante aceitar que o outro continua tendo olhos e pode achar outras pessoas bonitas e que isso seja natural, desde que se mantenha o respeito, sem ciúmes doentio, com cobranças abusivas. Mas sim, um relacionamento com a esperança de um futuro promissor e de muito sucesso profissional, espiritual, acadêmico, familiar e social.

Saindo de família e relações, não vejo forma melhor de entrar no assunto “trabalho”, tendo em vista que trabalho há 5 anos com meu pai e minha irmã, ou seja, das “8h às 18h” (em aspas porque estes valores podem variar [pra mais]), somos colegas, pessoas que discutem ideias, resolvem problemas, interagem com outras pessoas, têm responsabilidades e todos os compromissos que uma relação de colegas de trabalho tem e após esse horário somos familiares que jantam, passeiam, viajam. É um desafio diário aprender a lidar com as emoções e afinidades que existem entre familiares (que trabalham juntos), mas não tenho dúvida que depois de me juntar a eles nessa jornada sou uma pessoa – filho – trabalhador – muito melhor. Ainda mais que tenho a possibilidade de atuar na minha área profissional.

Desde os 15 anos sou apaixonado pelo mundo da publicidade, propaganda, marketing, design, produção audiovisual e tudo que eu sonhava aos 15 tem se tornado realidade com o passar dos anos. Naquela idade via meu pai falar sobre marketing, criar e gerenciar marcas fortes, participei de algumas produções de lookbook e desfiles de empresas de moda, e com isso descobri uma paixão: trabalhar com o que envolve uma marca, produção de campanhas, propagandas… E quando comecei a trabalhar com eles, descobri uma segunda paixão adormecida, a de ajudar pessoas. Nossa missão na empresa é “desenvolver e médias empresas familiares”, mas muito além disso, é nossa missão como família. É isso que somos e o motivo de fazermos o que fazemos, somos mais felizes em ver nosso próximo e sua família crescendo e cada vez mais feliz.

Com 17 anos, depois de perder 18kg, passar por situações internas terríveis que vinham de alguns anos de sofrimento, fui diagnosticado com depressão. A palavra que define esse parágrafo é: gratidão! Com a depressão fui forçado a me conhecer, a me sentir mais, a ver quem eu era, o que eu gostava de fazer e o que vim fazer nessa terra ?. E descobrir uma paixão: ajudar o próximo! Tem pessoas que nascem com esse dom e agem de tal forma desde pequenos! No meu caso, precisei passar por um momento de turbulência para perceber que somos todos irmãos nesse planeta e que com simples gestos posso ajudar pessoas que, talvez pra alguns, não tenham nada a me dar, a não ser um abraço (que pra mim, já é o suficiente). Descobri também que sou uma pessoa sensível, não apenas sensível por ver um filme triste e chorar (sou também essa pessoa), mas, no termo de sensitivo, de poder sentir a energia do outro ou de um ambiente. Por muitos anos eu não a entendia, achava que era normal sair pesado, triste, sentindo que a vida não tinha sentido depois de entrar num lugar cheio de pessoas embriagadas e drogadas (as ditas, festas e baladas). Com 5 anos de tratamento da depressão, neste momento estou conseguindo ver a ligação entre as duas coisas e os lugares que devo proteger mais meu íntimo e também utilizar dessa sensitividade pra ajudar os outros, através de Reiki, um conselho intuitivo ou como tenho feito aos poucos com ThetaHealing. (Se você que está lendo não conhece, trate de ler a respeito, faz parte do meu dia a dia).

A cada dia que passa, eu percebo que autoconhecimento é o que tem trazido mais felicidade e conquistas na minha vida. Quando nos conhecemos entendemos quais os pontos que precisamos melhorar e a partir daí buscamos formas para que essa melhora de fato aconteça. Mas essa melhora é infinita e um dos pontos que aprendemos com essa infinitude é a humildade de entender que não sabemos nada, estamos aqui só de passagem e que com nossa existência, transmitindo aquilo que aprendemos aos outros, podemos mudar o mundo a nossa volta. Há muitas pessoas que ainda não despertaram para o autoconhecimento e culpam o mundo ao redor pelos erros, pelas falhas, pelo que não deu certo, quando na verdade precisamos olhar e observar o nosso interior e ver que muitas das vezes (se não todas) os culpados somos nós, por todos os fracassos, pela simples ignorância de não nos conhecermos o suficiente para melhorarmos e mudarmos o nosso destino, para um destino que temos controle, que independentemente dos meus erros, eu volto e tento de novo e de novo!

Mas essa batalha de se autoconhecer não é tão fácil, tem coisas que você descobre que doem, machucam, são difíceis de aceitar, principalmente quando você descobre que muito tem haver com sua autoestima. “Mas ah, eu sempre me achei lindo”. Autoestima de nada tem haver com aparência física, mas sim, a forma como você vê, trata, aceita, confia, culpa, julga.. o seu interior, as suas atitudes, inseguranças, entre outros aspectos que podem influenciar em uma autoestima baixa. Aparência forte e confiante nem sempre quer dizer uma autoestima elevada. Eu, estou na busca do equilíbrio. Ainda não estou da maneira que gostaria, mas com muito trabalho irei chegar no equilíbrio.

E por falar em autoconhecimento, preciso dizer que amo viajar! Uma das coisas que mais amo fazer, como a grande maioria das pessoas, é viajar. A sensação de liberdade e experiência que nos trás, me atraem. Mas não digo apenas viagens a Europa, EUA e etc. Falo de pequenas viagens, ir passar um final de semana em São Paulo, Itapema, Farroupilha… Qualquer lugar que seja, pra mim, é um momento de conexão com outra realidade, outra cultura. Eu amo viajar sozinho, tive diversas experiências viajando pelo Brasil. Mas, uma das melhores foi viajar a Rosario na Argentina. Lá eu pude experienciar um Pedro que eu nunca conheci, que desde ficar sozinho na banheira tomando champanhe ou cantando e dançando loucamente MPB até o andar de baixo reclamar com a recepção, a ir à balada e bares sozinho. Pra mim, essa foi a libertação que tanto precisava e de que eu poderia ter momentos “inteiros” comigo mesmo!
E a segunda experiência mais incrível, foi viajar com meu pai à Barreirinhas no Maranhão, pra praticar um dos hobbies que mais amamos: trilha de moto, só que nas dunas. Lá eu tive a oportunidade de me conectar com o povo Barreirense, que conexão amorosa! Pessoas que julgamos ter tão pouco (e tem, se estivermos julgando pelos meios materiais), mas tem tanto dentro de si pra dar! Que choque de realidade, quando comento isso com as pessoas elas dizem “pois é, a pobreza lá é muito grande né?” e o que quero dizer é que NÃO! Eles são ricos, de algo que falta e muito em mim e na população das grandes cidades. Amor ao próximo, empatia, não julgar o outro por classe, cor, roupa, conta bancária, bens materiais. Transcrevo a baixo uma inspiração que tive no momento em que entregava cestas básicas nos bairros “pobres”:
“Vocês têm o ‘básico’ que nos falta: amor ao próximo pelo simples fato de: amar o próximo! Levam a fio, mesmo que talvez sem saber, o que Cícero disse “Certifica-te de que és fator de soma na vida das pessoas de que participas”! E quanto o amor de vocês somou!

O que recebi de ‘básico’ foi muito mais valioso do que uma cesta básica! Digo: que troca injusta. E a resposta vem com um abraço amoroso e um sorriso de orelha a orelha, que me ensinou que todo presente da vida deve ser recebido de braços abertos e com muito amor!”

Por esses motivos eu acredito e reitero, cada viagem é uma experiência.

Atualmente conheço 7 países, centenas de cidades e com vontade de aumentar essa lista!

Mas e quem é o Pedro nas horas vagas? Passo bastante tempo com minha família, amo estar com eles! Amo ir ao cinema, teatro, shows (em que eu possa ficar sentado, tranquilo, assistindo e apreciando o show), amo tudo que envolva cultura, apreciar o que conheço e gosto e entender aquilo que não gosto, que muitas vezes nesse quesito o “não gostar” está ligado ao “não conhecer”. E nos momentos em que não estou muito sociável, vou desde pedir um ifood, porque eu não sei cozinhar, tomar um vinho e ver séries em casa, a ir a algum bar legal, tomar uma margarita e filosofar sobre a vida em pensamento, em muitos momentos escrevo as coisas mais adversas (como muitas partes dessa carta). Não sou garoto de balada, as melhores experiências que tive foram sozinho, dançar, conhecer pessoas novas, dar risada com essas pessoas que talvez eu nunca mais verei e aprender com elas, foram as melhores partes.

Eu não sei cozinhar, mas amo comer tudo que não contenha animais e glúten. Minha comedia preferida é pizza <3.

Depois de um ano vivendo o sedentarismo e com muito esforço da minha família, voltei para o Crossfit. Diante dos dia a dia corrido, temos um momento de saúde em família. Faço duas vezes na semana yoga com mamãe e esporadicamente trilha de moto aos finais de semana com meu papis.

Sou muito cíclico em relação a música, minha banda preferida é Arctic Monkeys, mas minhas playlists vão desde Bocelli à Elis Regina e outros clássicos do MPB, à Guns N Roses, à música techno. Nestes ciclos há momentos em que passo semanas ouvindo só uma banda, sem ouvir nenhum outro artista. Acho que quando me conecto com a música e o artista, me sinto tão.. inspirado!

Muitos poderiam criticar meu pensamento a respeito da política, mas creio que ficar discutindo sobre os candidatos A e B não agrega em nada se os discursantes são pessoas que só tem o poder de falar (e não de fazer algo em relação aos candidatos apresentados na discussão). Como em 100% dos casos eu sou o que apenas pode falar, prefiro ocupar meu tempo fazendo algo que vá agregar ao próximo. A minha visão de sociedade é a de que vivemos em um espiral, em que a ponta começa por mim. Meus atos serão o reflexo das pessoas a minha volta, dito isso sempre me lembro da moça da portaria do prédio do meu médico, que certa vez me parou pra dizer que a minha vinda ao prédio, com um sorriso e um bom dia, que ela sentia ser verdadeiro, alegrava o dia dela. Pra mim isso sim “muda o jogo”, eu sou o espelho pro mundo, se eu sou o que fura o trânsito (mas é só hoje porque estou atrasado), furo a fila e afins, o que as pessoas irão ver? E não apenas pros adultos em geral, mas também as crianças (que aprendem com as nossas atitudes). Por isso, quando penso em política, penso em atitude. Qual atitude EU tenho feito pra um Brasil melhor? “Poxa, o Brasil é grande de mais pra eu poder fazer algo”, mas então o que tem feito pela sua cidade? Pelo seu bairro? Pras pessoas do seu ciclo social? Elas são mais felizes e melhores por ter você no ciclo delas?

Minha irmã em um primeiro encontro passou por uma situação hilária, o rapaz passou rápido por uma lombada e de primeira falou: “filho da puta, tinha uma lombada ali”. Tanto pra ela, quanto pra mim o encontro teria “acabado” naquele momento. Acredito que o trânsito reflete muito a personalidade da pessoa. Tenho como ensinamento de que “não sou pai de ninguém, então, não sou obrigado a educar”. Quando esse pensamento vale? .. alguém te cortou? Alguém não sai do meio da pista? .. pra que perder tempo e energia buzinando e xingando sendo que não vou mudar em nada o comportamento daquela pessoa? (Eu nem a conheço ?). Da mesma forma que não quero me estressar com os outros, não quero estressa-los furando ou cortando fila. Estou atrasado? Que pena, deveria ter me programado pra sair mais cedo. Dar mal exemplos, não acho legal!

E nada melhor pra encerrar essa carta falando sobre o amor! O amor é o que me move, que me faz acordar cedo, dar meu máximo no trabalho, nas relações sociais e familiares! O amor é o que move o mundo e o que move meu mundo! Sem amor o que seria a natureza? Os animais? O que seria de nós? O que sempre recomendo: na dúvida, ame! Ame você mesmo, a sua rotina, o seu trabalho, a sua família e quando tudo parecer errado, ame! Porque tudo passa, quando há amor!

Se você leu até aqui: ?

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